A Juventude Social Democrata acompanha com grande preocupação os acontecimentos recentes na Venezuela, que agravam a instabilidade política e colocam em risco a segurança da população civil.
A JSD condena de forma clara o uso da força como instrumento de resolução de conflitos e apela ao cumprimento rigoroso do direito internacional e dos princípios fundamentais dos direitos humanos. Reafirma, igualmente, que não reconhece o regime de Nicolás Maduro como legítimo, nem valida processos eleitorais que não respeitem os padrões democráticos, a transparência e a vontade livre do povo venezuelano.
Neste momento crítico, a prioridade deve ser a proteção da população civil, bem como a garantia da segurança da comunidade luso-venezuelana, que acompanha estes acontecimentos com natural apreensão e merece particular atenção por parte das autoridades nacionais e europeias.
A Juventude Social Democrata defende que a Portugal e a União Europeia devem assumir um papel ativo e firme na defesa da democracia, do diálogo político e de uma transição pacífica, sempre ancorada no respeito pelos direitos humanos e pelo Estado de Direito.
A JSD reafirma a sua solidariedade com o povo venezuelano e sublinha que a Venezuela merece democracia, liberdade e um verdadeiro Estado de Direito, construídos pelos venezuelanos e para os venezuelanos, como condição essencial para a paz, a estabilidade e o futuro do país.
