JSD

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João Marques foi reeleito Presidente da Concelhia de Braga da JSD     |     João Leite foi reeleito Presidente da Regional de Santarém da JSD

Anteriores líderes

Revisitando as lideranças

São oito* os antigos Presidentes das Comissões Políticas Nacionais da JSD. Desde que a função existe formalmente foi desempenhada por pessoas muito diferentes. Os seus princípios e valores são semelhantes mas as épocas de mandato bem distintas. E são estas que influenciam o exercício do Poder.

Porque os homens e as instituições são fruto do seu tempo, aqui deixamos o enquadramento histórico das lideranças da JSD.

 

* António Rebelo de Sousa e António Fontes assumiram posições de liderança numa altura em que o cargo de “Presidente” não havia ainda sido criado.

  • Pedro Rodrigues
    Pedro Rodrigues

    Liderança: Abril/2007 a Novembro/2010

     

    Os Partido devem mudar a sua linguagem para com os jovens e adoptar bandeiras de futuro, alinhadas com os interesses da juventude portuguesa. Se não o fizeram, vão continuar a acusar os jovens de alheamento político sem perceberem que a culpa é de um certo modo de actuação que nunca se preocuparam em modernizar.

     

    Os dois mandatos de Pedro Rodrigues decorrem durante os governos socialistas de José Sócrates, tendo estado cerca de três anos e meio em oposição.

    No lado do PSD, “coabitou” com as lideranças de Luís Marques Mendes, Luís Filipe Menezes, Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho.

    Trabalhando com quatro presidentes do Partido, a JSD de Pedro Rodrigues foi não só um referencial de estabilidade mas também de irreverência. Na memória ficam iniciativas como as do “Pinócrates” e “Vamos correr com o Sócrates”, que aliaram o aguçado ataque político a um mediatismo que a Jota soube recuperar para si.

    Os temas do Arrendamento Jovem e do Desemprego são elevados à categoria de bandeiras prioritárias, sendo que no primeiro caso o Governo veio a atrás a iniciativa da JSD, reconhecendo o seu mérito.

    Pedro Rodrigues combate igualmente o afastamento dos jovens da política: é com esse objectivo que nasce a “Formação Sub-18”, mini-curso de política de grau 1 ministrado nas escolas.

    Finalmente, é com esse presidente que a JSD lanças as primeiras publicações sobre a sua História: “O tempo dos líderes” e “Histórias da JSD”, lançadas respectivamente no 34ª Aniversário e XXI Congresso.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Set/2007 - Luís Filipe Menezes torna-se líder do PSD

    Mai/2008 – PSD elege Manuela Ferreira Leite em Eleições Directas

    Ago/2008 – Crise do Subprime nos EUA atinge o seu auge com a falência de empresas fulcrais para o mercado financeiro mundial

    Jan/2009 – Barack Obama vence presidenciais norte-americanas

    Jun/2009 – PSD vence as eleições europeias, elegendo 8 eurodeputados para o PPE

    Set/2009 - Durão Barroso é reeleito Presidente da Comissão Europeia

    Set/2009 - José Sócrates renova o mandato como PM, mas PS perde a maioria absoluta.

    Out/2009 – Programa “Erasmus 1º emprego”, proposta eleitoral da JSD, é aprovada no Parlamento Europeu

    Mar/2010 - Eleições Directas no PSD: Pedro Passos Coelho torna-se Presidente

  • Daniel Fangueiro
    Daniel Fangueiro

    Liderança: Março/2005 a Abril/2007

     

    Há dois palcos fundamentais para a JSD, pelos quais me empenhei: o Associativismo Jovem e o espaço autárquico. É aí que primeiro sentimos o chamamento para a causa pública e em que tentamos melhorar a nossa terra, o nosso meio.(Daniel Fangueiro)

     

    Daniel Fangueiro foi o líder que contribuiu para um feito histórico do PSD: a eleição presidencial de Aníbal Cavaco Silva, em que muito se fez sentir a mobilização da JSD.

    Foi um mandato repleto de actos eleitorais, todos ganhos pelo Partido: Presidenciais, Regionais e Autárquicas.

    Nestas últimas a JSD voltou a conseguir um extraordinário número de mandatos, premiando o trabalho local dos seus quadros, tradicionalmente motivados para servir as suas gentes.

    As eleições Legislativas que antecederam o seu mandato ditaram que Daniel Fangueiro estivesse quase todo o seu mandato sem o apoio de Deputados da JSD. Ainda assim, conseguiu-se uma boa relação com o Grupo Parlamentar, nomeadamente na Lei do Associativismo Jovem.

    Formação política, combate à abstenção e relações internacionais integraram a sua liderança. Neste último campo, conseguiu-se, pela primeira vez, presidir ao European Democratic Studants.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Abr/2005 - Marques Mendes é eleito líder do PSD.

    Out/2005 - Eleições autárquicas, pautadas por nova vitória do PSD.

    Jan/2006 - Cavaco Silva é eleito Presidente da República.

    Mai/2006 - Primeiras eleições directas no PSD: militantes elegem Marques Mendes.

    Fev/2007 - Após referendo, Portugal despenaliza o aborto.

    Fev/2007 - Alberto João Jardim demite-se em protesto contra a Lei das Finanças Regionais, reforçando em seguida a sua maioria.

  • Jorge Nuno Sá
    Jorge Nuno Sá

    Liderança: Setembro/2002 a Março/2005

     

    Sejam humildes mas com personalidade, tenham intervenção sem serem inoportunos, sejam combativos mantendo a educação.

    Também é possível fazer política não tendo personalidade, sendo inoportuno e grosseiro, mas não na JSD… (Jorge Nuno Sá)

     

    Jorge Nuno Sá fez quase todo o seu mandato num quadro de Poder: conviveu com os Governos de Durão Barroso e de Santana Lopes.

    Foram tempos em que o natural inconformismo da JSD teve de esgrimir forças com o seu sentido de responsabilidade e solidariedade com o Partido.

    A JSD teve um “grupo parlamentar” que chegou a ser mais numeroso que toda a oposição à esquerda do PS. Houve muita capacidade de intervenção e a Jota esteve no centro das decisões sobre juventude.

    Educação e Ensino Superior foram áreas de intervenção por excelência deste mandato, nunca esquecendo as campanhas de Prevenção de Riscos e a profunda reflexão sobre o Sistema Político.

    Jorge Nuno Sá é também o presidente do fim do Serviço Militar Obrigatório: um combate de muitos anos e ganho com grande esforço (o líder do parceiro de coligação era Ministro da Defesa e grande adepto do SMO…).

    O seu exercício fica também ligado à Universidade de Verão da JSD, PSD e Instituto Sá Carneiro: um evento anual de formação de quadros que se tornou num ícone da rentrée política em Portugal.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Fev/2003 - Entra em vigor o Tratado de Nice

    Mar/2003 - Cimeira das Lajes, com Bush, Blair, Aznar e Barroso: Iraque sobre a mesa

    Nov/2003 - GNR parte para o Iraque

    Jun/2004 - Durão Barroso, convidado a presidir a Comissão Europeia, abandona cargo de PM

    Jul/2004 - Santana Lopes substitui Barroso e forma Governo, igualmente coligado com o CDS-PP

    Dez/2004 - Sampaio dissolve Parlamento e convoca legislativas

    Fev/2005 - José Sócrates torna-se PM, com maioria absoluta

  • Pedro Duarte
    Pedro Duarte

    Liderança: Setembro/1998 a Setembro/2002

     

    Para a credibilização externa da JSD, é importante que se privilegie a sustentação política e técnica das diferentes e incontáveis propostas que defendemos, em prejuízo do mediatismo que se esgota na espuma dos dias.(Pedro Duarte)

     

    Pedro Duarte é o presidente que transporta a JSD para o mediatismo moderno: nos seus mandatos a JSD ocupa o espaço noticioso e suplanta largamente a visibilidade das restantes jotas.

    A preocupação com a imagem notou-se, por exemplo, no uso das novas tecnologias: a JSD foi a primeira organização política de juventude a ter um site (polémico na altura) e a transmitir on-line o seu Congresso Nacional.

    O tempo de Pedro Duarte divide-se em Oposição e Poder. Em ambas as situações, consegue-se continuar a elevar a irreverência a altos patamares. A Prevenção de Riscos (Prostituição, Toxicodependências, Educação Sexual) foi prioridade no mandato, partilhado espaço mediático com intenso trabalho nos campos do Associativismo e Educação (Estatuto do Aluno e Ensino Superior).

    O 11 de Setembro e as lutas por Timor livre estarão também muito ligados ao seu tempo.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Nov/1998 - Referendo sobre a regionalização, com vitória do “não”

    Mai/1999 - Durão Barroso torna-se líder do PSD.

    Out/1999 - PS volta a vencer legislativas com maioria relativa.

    Jan/2001 - Jorge Sampaio renova mandato presidencial.

    Mar/2001 - Legalizadas as uniões de facto e reconhecidos direitos a casais homossexuais.

    Jul/2001 - Descriminado o consumo de drogas leves.

    Dez/2001 - Guterres demite-se de Primeiro-Ministro na sequência de maus resultados das eleições autárquicas.

    Jan/2002 - Euro, moeda europeia, substitui as moedas nacionais.

    Mar/2002 - Durão Barroso ganha legislativas com maioria relativa e chefia coligação com CDS-PP, com maioria absoluta no Parlamento.

  • Jorge Moreira da Silva
    Jorge Moreira da Silva

    Liderança: Dezembro/95 a Setembro/98

     

    A nossa acção cumpriu a função de posicionar ideologicamente a JSD na fronteira esquerda do PSD. É lá que me sinto bem. E é lá que a JSD sempre esteve, desde a sua fundação.(Jorge Moreira da Silva)

     

    “Estabilidade” é a palavra que pode definir os dois mandatos de Jorge Moreira da Silva. António Guterres acabara de se tornar Primeiro-Ministro (fica 6 anos no Poder) e, meses depois, Jorge Sampaio inicia funções em Belém (10 anos de exercício). De igual modo, Marcelo Rebelo de Sousa PSD torna-se líder do PSD (3 anos).

    Foram tempos em que a JSD teve espaço para trabalhar, sem reviravoltas no funcionamento das instituições. Mas foi também tempo de reconquistar a confiança de uma juventude desavinda com o final do cavaquismo, e que exigia o regresso à irreverência.

    Jorge Moreira da Silva é também o presidente que reaviva as bandeiras da Educação, Droga e Segurança Social, e aquele que tem de lutar (com sucesso) pela manutenção da representatividade da JSD no PSD, em risco devido a uma revisão estatutária.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Jan/1996 - Jorge Sampaio vence presidenciais contra Cavaco Silva.

    Abr/1996 - Marcelo Rebelo de Sousa eleito líder do PSD.

    Dez/1996 - Ramos-Horta e Ximenes Belo recebem Nobel da Paz. Timor ainda não é livre.

    Mai/1998 - Abre a Expo 98, em Lisboa.

    Jun/1998 - Referendo sobre o aborto, com vitória do “não”.

  • Pedro Passos Coelho
    Pedro Passos Coelho

    Liderança: Março/1990 a Dezembro/1995

     

    Quase tão importante como as bandeiras que defendemos é a maneira  como  lutamos por elas: as convicções não justificam tudo mas tudo deve ser feito com convicção, para valer a pena.(Pedro Passos Coelho)

     

    Pedro Passos Coelho teve a mais longa liderança na JSD. Os seus mandatos acompanharam a presença do PSD no Poder e as dificuldades de afirmação que essa responsabilidade naturalmente implica. Ainda assim, no seu tempo a JSD conheceu uma popularidade ímpar. Passou a ser “in” militar na Jota.

    O fervilhar da UE pairou sobre o seu mandato: União Económica e Monetária, Mercado Único Europeu, Acto Único Europeu, Espaço Schengen eram expressões do dia-a-dia. E transformações que se reflectiam directamente na vida dos portugueses.

    Tempos complicados foram os do final de mandato. A JSD teve de conciliar o apoio ao Governo com a defesa dos estudantes. A gestão dos dossiers “Propinas” e “Prova Geral de Acesso” nem sempre foi fácil, provocando tensões entre a JSD e o Partido.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Abr/1990 - Durão Barroso, Secretario de Estado da Cooperação, inicia negociações para a paz em Angola.

    Jan/1991 - Mário Soares é reeleito Presidente da República.

    Out/1991 - Cavaco Silva renova maioria absoluta.

    Jan/1992 - Portugal assume pela primeira vez a presidência da EU.

    Fev/1992 - Tratado de Maastrich substitui CEE pela EU: o início da cidadania europeia.

    Fev/1995 - Fernando Nogueira eleito líder do PSD.

    Out/1995 - António Guterres (PS) vence legislativas com maioria relativa.

  • Carlos Coelho
    Carlos Coelho

    Liderança: Outubro/1986 a Março/1990

     

    A coexistência da JSD com um PSD no Poder não prejudicou a sua postura crítica. Afirmou-se sempre com dignidade e qualidade, alicerçando a sua acção na Formação de novos quadros políticos. (Carlos Coelho)

     

    Carlos Coelho é o Presidente da exigência e da qualificação. Estará para sempre ligado à formação de jovens quadros políticos e ao rigor no desempenho de qualquer tarefa. É esse o seu legado às gerações vindouras.

    Foi um dos responsáveis pelo PPJP, marca distinta da Juventude Social Democrata: olhar para o futuro como barro para moldar.

    Pelos mandatos de Carlos Coelho passou um intenso trabalho em três áreas fundamentais para a JSD: cidadania jovem (a Lei das Associações de Estudantes foi um diploma inédito que lançou as bases para os anos seguintes), toxicodependência (o primeiro relatório parlamentar sobre este problema) e o ambiente.

    Finalmente, Carlos Coelho envolve a JSD nas relações internacionais, como são exemplo a oposição ao Cemitério Nuclear em Espanha e os massacres da Praça de Tianamen.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Abr/1987 - Governo de Cavaco Silva cai com a aprovação de uma moção de censura apresentado pelo PRD.

    Mar/1987 - É assinada a devolução de Macau à China.

    Jul/1987 - Cavaco Silva ganha as legislativas com maioria absoluta. É a primeira vez que um único partido atinge essa meta.

    Mai/1988 - Criado o primeiro enquadramento legal para as reprivatizações.

    Jun/1989 - Revisão Constitucional aprova reprivatizações no sector público e elimina expressões revolucionárias no texto constitucional.

  • Pedro Pinto
    Pedro Pinto

    Liderança: Novembro/1982 a Outubro/1986

     

    Exercermos a acção política ao lado e com a Juventude Portuguesa é afirmarmo-nos como representantes dos jovens junto do e no Poder e não como comissários do Poder junto dos jovens. (Pedro Pinto)

     

    Pedro Pinto é um dos símbolos da independência da JSD face ao PSD. Combativo e corajoso, Pedro Pinto enfrentou a ira do Partido quando votou favoravelmente a Proposta de Lei de Despenalização do Aborto contra a indicação da bancada do PSD.

    O seu mandato ficou marcado por essas lutas de afirmação em que a identidade e autonomia da instituição saíram reforçadas.

    Lança-se o Projecto Político para a Juventude Portuguesa (PPJP), que mobiliza toda a estrutura num fortíssimo movimento de reflexão.

    Marcou-o igualmente a Guerra do Afeganistão, em que a JSD tomou parte activa na sensibilização da opinião pública para a transgressão que estava a ser cometida.

    Esse é também um dos traços da Jota: a solidariedade e a defesa dos Direitos Humanos.

     

    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Dez/1982 - Pinto Balsemão demite-se de Primeiro-Ministro, pondo fim à AD. No PSD é substituído por Nuno Rodrigues dos Santos.

    Fev/1983 - Mota Pinto é eleito líder do PSD.

    Jun/1983 - Mário Soares lidera Governo do Bloco Central (PSD e PS).

    Nov/1983 - Aprovadas as primeiras leis de privatização (banca, seguros, cimentos e adubos).

    Jan/1984 - É legalizado o aborto em caso de violação, má-formação do feto ou risco para a mãe. PSD vota contra. JSD vota a favor.

    Fev/1985 - Mota Pinto demite-se de líder do PSD e de Vice-Primeiro-Ministro. Sucede-lhe Rui Machete.

    Mai/1985 - Cavaco Silva é eleito líder do PSD que rapidamente anuncia o fim do Bloco Central.

    Jun/1985 - Mário Soares assina a Adesão de Portugal à UE (na altura CEE).

    Out/1985 - Cavaco Silva ganha legislativas com maioria relativa.

    Jan/1986 - Portugal entra para a CEE.

    Fev/1986 - Mário Soares vence eleições presidenciais.

  • António Lacerda de Queiroz
    António Lacerda de Queiroz

    Liderança: Dezembro/1978 a Novembro/1982


    Lutava-se então pela solidificação da democracia, pela liberdade, pelos direitos do homem e pela instauração de um Estado de Direito. Tudo dentro de um modelo de sociedade específico, a social-democracia humanista e personalista. (António Lacerda de Queiroz)


    Formalmente, é o primeiro Presidente da JSD. Filiou-se logo em 1974: motivava-o a figura de Sá Carneiro e as lutas que o País estava obrigado a travar, se queria ser uma verdadeira democracia.

    Viveu intensamente o 28 de Setembro de 74, o 11 de Março de 1975, o cerco à Assembleia Constituinte, a censura, as perseguições e outros momentos marcantes.

    Assistiu ao dealbar da democracia portuguesa, seus avanços, recuos e muita instabilidade governativa.


    Principais acontecimentos durante o seu exercício:

    Jan/1979 - Portugal torna-se membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU. À altura, Ramalho Eanes é Presidente da República e Carlos Mota Pinto é Primeiro-Ministro.

    Abr/1979 - Grande cisão no PSD: 37 Deputados passam a independentes devido a divergências com Sá Carneiro.

    Jun/1979 - Mota Pinto demite-se de Primeiro-Ministro. Sucede-o Maria de Lurdes Pintasilgo, num Governo que dura 4 meses.

    Jul/1979 - Sá Carneiro funda a Aliança Democrática (AD) com o CDS e o Partido Popular Monárquico.

    Dez/1979 - A AD ganha as Legislativas com maioria absoluta. Sá Carneiro torna-se Primeiro-Ministro em Janeiro.

    Dez/1980 - Morte de Francisco Sá Carneiro, Primeiro-Ministro e líder do PSD.

    Jan/1981 - Pinto Balsemão torna-se Primeiro-Ministro, com a AD.

    Ago/1982 - Revisão Constitucional põe fim a duas tutelas: do poder militar sobre o civil e do Presidente da República sobre o Governo. É o início do sistema político português como hoje o conhecemos.

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