Últimas Notícias em JSD http://www.jsd.pt/novoportugal Feed Notícias JSD pt-br http://jsd.pt/novoportugal/images/header/logo_jsd.jpg http://jsd.pt/novoportugal/images/header/logo_jsd.jpg JSD Mondim de Basto celebra Dia Internacional da Mulher com a apresentação de uma actividade

O dia internacional da mulher celebra-se em todo mundo a 8 de Março.

Pretende-se com esta celebração chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.

A JSD Mondim de Basto não podia deixar passar em branco este dia. A igualdade de género é uma bandeira da actual comissão política, presidida por Sónia Silva. A participação recente  de dois membros da JSD Mondim de Basto no I Fórum Internacional de Violência de Género em Madrid, foi um sinal claro da importância que esta temática possui nesta estrutura.

Por isso, e como forma de homenagear as mulheres irá ser desenvolvida, nos próximos meses, uma actividade intitulada de “Na política as mulheres são capazes”.

As organizações de juventude não se podem  alhear à reivindicação e à fruição dos seus direitos, nem à exigência dos seus deveres. Por isso tentaremos, diariamente, contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, participada e inclusiva.

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=59
JSD Vila Real vai propor a criação de um grupo de trabalho no C.M.J.

O início deste Século trouxe consigo uma nova sociedade, novos valores e novas ideias, é indesmentível que hoje em dia a velocidade da informação condiciona tudo e todos, é inegável que esta nova era proporciona novas perspectivas e novos desafios.

Hoje é notória a importância que tem esta nova realidade, é obrigatório conhecer e interpretar qual a “matéria condutora” desta revolução. Para uma sociedade atenta, que queira entender e viver esta alteração social sem grandes surpresas é imperativo que saiba auscultar os diversos novos agentes deste milénio.

Apelidando a juventude de “matéria condutora” da nova estrutura social é reconhecer à juventude um papel intransmissível, um papel de iniciativa e pujança que a juventude tem sabido ter e que tem sabido impor, mesmo sabendo que nem sempre é fácil gerir os diversos interesses geracionais.

Assim sendo o Conselho Municipal de Vila Real deverá responder às solicitações dos jovens vila-realenses que pretendem discutir as orientações politicas de Juventude do seu concelho, dando oportunidade para o aparecimento de novos valores e jovens quadros.

É importante criar condições para que os jovens possam ter uma participação mais eficaz e mais pró-activa.

Ora, com a nova legislação nacional sobre Conselhos Municipais de Juventude têm surgido algumas dificuldades que urge ultrapassar. Todos temos a responsabilidade de encontrar oportunidades e soluções por forma a melhorar e agilizar a participação da juventude no desenvolvimento da sua terra.

Neste sentido gostaria de solicitar a ajuda de todos os Presidentes de Junta no acompanhamento dos jovens das suas freguesias neste órgão, responsabilizando os jovens, e actuando como pedagogos sobre os mesmos.

Era fundamental que as associações juvenis do concelho em conjunto unissem esforços para melhorar a actual legislação.

Para que isto aconteça é imperiosa colaboração de todos.

Assim no próximo Conselho Municipal da Juventude proporemos a criação de um Grupo de Trabalho que vise:

1. Avaliar o impacto da nova legislação, identificando os erros e as falhas na lei que dificultam a sua adequada execução;

2. Ouvir as várias entidades relevantes e interessadas na matéria que têm  contributos para melhorar a lei;

3. Elaborar um relatório com os constrangimentos da nova lei e propostas de melhoria na lei actual.

Queremos trabalhar com todos para que este Grupo de Trabalho apresente no mais breve espaço de tempo as melhores soluções para o Conselho Municipal da Juventude de Vila Real.
 

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=58
JSD questiona o Governo sobre os apoios ao arrendamento jovem

No Parlamento, António Leitão Amaro, Secretário-Geral da JSD, questionou o Governo sobre os apoios ao arrendamento jovem. O Orçamento Estado para 2010 prevê um montante que é apenas um terço do disponível em 2007. O Porta 65 continua a não chegar a jovens estagiários, estudantes deslocados, recém-desempregados e jovens com rendimentos mais baixos (e que por isso mais precisavam de ajuda).


Ver intervenção
 

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=57
JSD quer melhorar a lei dos Conselhos Municipais da Juventude

A JSD, juntamente com outros Deputados do PSD, apresentou no Parlamento a proposta de criação de um Grupo de Trabalho na 12ª Comissão (Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local) com os objectivos de melhorar a lei dos Conselhos Municipais da Juventude (CMJ) e de fazer a fiscalização parlamentar à implementação da mesma (que não tem corrido bem).

Esta iniciativa vem no contexto do cumprimento do primeiro aniversário da Lei que estabelece o regime jurídico dos CMJ, e que está marcado pelas dificuldades na sua implementação. São desde logo de destacar as críticas da Associação Nacional de Municípios e das dúvidas ainda não resolvidas sobre a constitucionalidade desta lei.

A iniciativa surge também depois de um projecto de resolução do PS, que não parece revelar preocupação em ultrapassar as limitações e falhas da lei, mas apenas em criar listas-negras de autarquias que não implementaram e forçar uma intervenção paternalista do Estado central na actuação destes conselhos municipais que têm de ser verdadeiramente autónomos e locais.

Este grupo de trabalho deve cumprir três missões prioritárias:

1. Avaliar o nível de implementação dos CMJs, identificando os erros e as falhas na lei que dificultam a sua adequada execução;

2. Ouvir as várias entidades relevantes e interessadas na matéria (como a Associação Nacional de Municípios, Conselho Nacional da Juventude, Federação Nacional das Associações Juvenis, IPJ, etc..) que têm  contributos para melhorar a lei;
 

3. Introduzir as correcções e melhorias na lei actual.

A JSD quer trabalhar com todos os partidos neste Grupo de Trabalho para no prazo de 90 dias poderem ser aprovadas as correcções necessárias a uma massiva e eficaz implementação dos Conselhos Municipais da Juventude.
 

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Jornadas Autárquicas da JSD Ponte da Barca

A terceira edição das Jornadas Autárquicas da Juventude, organizadas pela Juventude Social Democrata de Ponte da Barca no passado Sábado, ficou marcada pela grande adesão de jovens e de autarcas social democratas provenientes de todo o país.

Na abertura das jornadas, os participantes foram recebidos pelo Presidente da JSD de Ponte da Barca, José Alfredo Oliveira, pelo Presidente do PSD de Ponte da Barca, António Cabral de Oliveira e, em representação da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo, o Coordenador Autárquico e Vereador do PSD na Câmara Municipal de Melgaço, Manuel Fernandes.

“As Assembleias que nos regem: os parlamentos dos cidadãos” foi o primeiro tema a ser abordado nestas jornadas autárquicas da juventude. Rui Alves, Presidente da Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez e Rosa Maria Bouças, Presidente da Assembleia de Freguesia de Crasto foram os oradores convidados deste primeiro debate, onde a moderação ficou a cargo de Filipe Carraco dos Reis, membro da Comissão Política Nacional da JSD e Director dos Jovens Autarcas Social Democratas. Neste primeiro painel os participantes puderam conhecer e debater as funções, objectivos e experiências apresentadas pelos oradores convidados, ambos dirigentes dos órgãos de soberania mais próximos dos cidadãos: de um lado o papel das Assembleias Municipais apresentado por Rui Alves, Professor na Faculdade de Economia da Universidade do Porto e que cumpre o seu 4º mandato à frente da Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez e, num outro plano, as Assembleias de Freguesia na opinião de Rosa Maria Bouças advogada, ex. Deputada do PSD na Assembleia Municipal e, desde 11 de Outubro de 2009, Presidente da Assembleia de Freguesia de Crasto (S. Martinho).


A primeira aula da tarde – “Em defesa do ambiente: instrumentos políticos de combate às alterações climáticas” – coube a Ivone Rocha, advogada especializada em Direito do Ambiente e candidata do PSD à Assembleia da República pelo Distrito de Viana do Castelo cujo tema que apresentou se encontra na agenda da política internacional. Nesta aula os inúmeros participantes puderam conhecer e debater alternativas à realidade da política ambiental do nosso país, a ausência de medidas de protecção do ambiente e de combate às alterações climáticas e a total ausência do Ministério do Ambiente na concepção de qualquer medida. De destacar neste domínio a excelente actuação e as medidas implementadas pelo Deputado do PSD por Viana do Castelo, José Eduardo Martins, que enquanto Secretário de Estado do Ambiente do Governo liderado por Durão Barroso, implementou em Portugal.

“Mais do que qualquer experiência profissional, associativa ou política a verdadeira experiência que conta quando estamos na vida pública é a experiência de vida”, quem o diz é Vladimiro Feliz, Vereador da Juventude da Câmara Municipal do Porto, opinião partilhada com os participantes durante o debate “Novas políticas de juventude: mãos à obra mesmo que o PS não queira!” e cuja opinião foi posteriormente subscrita pelo Presidente da Câmara Municipal de Valença, Jorge Mendes, aquando da sua intervenção no último painel do dia.

Num debate extremamente participado, em que a moderação esteve a cargo de João Feijão Maurício, ex. Director do Gabinete de Relações Internacionais da JSD, o Vereador da Juventude portuense apresentou inúmeros projectos de grande sucesso prosseguidos pela Câmara Municipal do Porto liderada por Rui Rio, de entre as quais se destacam o projecto “Cidade das Profissões”, o reforço do papel da juventude no processo de reabilitação urbana da baixa do Porto, o papel do Município no apoio aos jovens estudantes do ensino superior, a construção do Plano Municipal da Juventude e do investimento na área da Educação e Inovação.

O dia já ia longo e o Salão das Piscinas Municipais de Ponte da Barca continuava cheio de jovens políticos e de autarcas social democratas.


A última aula do dia, subordinada ao tema “Mais Alto Minho: uma agenda supra-municipal” ficou a cargo dos Presidentes de Câmara eleitos pelo PSD no Distrito de Viana do Castelo, nomeadamente dos municípios de Arcos de Valdevez, Caminha e Valença, tendo sido o debate moderado por Luís Campos Ferreira, Deputado à Assembleia da República por Viana do Castelo.


Nesta aula os Presidentes deram a conhecer as suas histórias e os grandes desafios e estratégias de desenvolvimento que lançaram aos seus concelhos e pelos quais, em grande medida, foram eleitos. Os participantes puderam ainda conhecer os vários pontos de vista dos Presidentes quanto à participação dos seus concelhos e quais as suas medidas no que respeita à prossecução de políticas supra-municipais a serem seguidas pelas várias comunidades existentes, em particular pela CIM Alto Minho.

O encerramento das Jornadas foi marcado por um jantar/debate com o primeiro Vereador do PSD na Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho e Luís Campos Ferreira, Deputado do PSD eleito por Viana do Castelo em que o tema abordado tem estado em grande destaque nos últimos tempos e que tem sido particularmente “caro ao governo”: “Ética na Política: respeitar os eleitores”.

Findas as intervenções procedeu-se à entrega dos diplomas de participação e à respectiva sessão de encerramento das Jornadas, com as intervenções doa vários dirigentes do PSD e da JSD local e distrital.

Para José Alfredo Oliveira, Presidente da JSD Ponte da Barca, a realização das Jornadas Autárquicas é o por em prática o compromisso assumido com a juventude barquense, pois “uma juventude partidária responsável e determinada não pode nunca descartar a formação política de qualidade, onde embora o timbre da irreverência está sempre presente, este é conjugado de forma plena com o sentido de responsabilidade de, juntos, podermos encontrar mais e melhores soluções para os problemas da juventude barquense e para os problemas do nosso concelho.” “Mais formação significa melhores respostas, mais construtivas e com vista à concretização de um concelho com mais oportunidades para os jovens, forma única de garantir um futuro credível para o nosso concelho”.

“A realização destas jornadas não seria possível sem o total empenho e dedicação de uma verdadeira equipa, unida e com vontade de dar um futuro melhor ao seu concelho, pelo que não poderia deixar de enaltecer o excelente trabalho da grande equipa da JSD de Ponte da Barca: Sandrina Ribeiro, Cláudia Calheiros, João Madama, João Reinaldo Oliveira, João Diogo Amorim, Sérgio Martins, Olga Cerqueira, Iva Ramos, Ana Cristina Silva, Joel Pereira, Osvaldo Gomes, entre muitos outros que dão o seu melhor por uma causa que é nobre e que é por todos”.

O Presidente da JSD Ponte da Barca terminou apresentando um novo desafio aos presentes que em muito irá contribuir para o reforço da relação entre os jovens e o poder político e a sua participação cívica.


Para o Presidente do PSD Ponte da Barca, Cabral de Oliveira “a realização destas jornadas autárquicas foi uma aposta ganhadora, onde a participação dos jovens foi clara e expressiva, sendo este um incentivo à formação política e à prossecução dos estudos, algo que nunca devemos descurar pois estes são fundamentais na vida.”

Para Eduardo Teixeira, Presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo, as Jornadas Autárquicas que a JSD Ponte da Barca realizou “são a prova de que é, sem dúvidas, a estrutura política de juventude que lidera a juventude barquense, pela sua garra, vontade e capacidade de iniciativa.”

O líder distrital do PSD encerrou as Jornadas Autárquicas da JSD Ponte da Barca felicitando o trabalho desenvolvido pela JSD Ponte da Barca na pessoa do seu Presidente, José Alfredo Oliveira afirmando que “esta é, sem dúvidas, uma juventude de acção por oposição natural a uma juventude que mais não faz que reagir ao que a JSD elabora com tanta vontade e determinação.”


Mais informações no blog da JSD Ponte da Barca: www.jsdpontedabarca.blogspot.com

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Eleições Secção da JSD de Santarém

Diogo Gomes, 27 anos, actual Conselheiro Nacional da JSD, foi eleito sábado Presidente da Juventude Social-Democrata (JSD) da Secção de Santarém. Diogo Gomes liderou a lista J que se apresentou ao acto eleitoral. Como vice-presidentes foram eleitos Frederico Barreiros Mota, Rodrigo Farinha e Ricardo Rato. O novo secretário-geral é José Francisco Castela. Como vogais, Sara Campos, João Caldeira, Marco Aurélio Torres, Marta Mexia, Francisco Peres, Gonçalo Oliveira, José Azóia e Gustavo Murteira.

João Leite Presidente da comissão política no último mandato, actual Presidente da Comissão Política Distrital e Vereador na Câmara de Santarém foi eleito Presidente da mesa do plenário. Para o mesmo órgão foram eleitos, Rodrigo Campos e Pedro Fernandes como vice-presidentes, José Fernando e João
Coelho como secretários.

João Leite após tomada de posse felicitou os órgãos eleitos e lamentou o sucedido, não querendo entrar em pormenores afirmou que “existem órgãos próprios no partido para comentar os actos que ocorreram” contudo João Leite não deixou de referir que “mais importante do que comunicados e actos mesquinhos é o trabalho que está feito e o que há para fazer, não devemos perder tempo com objectivos pessoais nem ambições frustradas, aquilo que nos deve mover a todos é unicamente Santarém”, João Leite finalizou a sua intervenção desejando um excelente mandato e reforçou o princípio essencial que deve guiar todos os novos eleitos “Santarém deve estar sempre em primeiro lugar”.

Diogo Gomes na tomada de posse reafirmou perante os presentes QUE “ lamento a atitude de alguns companheiros da JSD, mas o mais importante é a estrutura e a continuação do trabalho quem até aqui foi realizado”. Diogo Gomes referiu ainda que a Comissão Política agora eleita irá por em prática o programa apresentado aos militantes com a mesma energia do último mandato. O novo líder finalizou a sua intervenção afirmando que “ser da JSD da secção de Santarém é ser* *solidário, é ser amigo, é dar voz aos anseios e
preocupações dos jovens, vamos ao trabalho!”.

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JSD lança série de outdoors denunciando o desGoverno de Sócrates

A JSD lança esta semana em vários pontos do País uma série de outdoors que denuncia a incapacidade governativa de José Sócrates e os maus resultados da sua governação.

Um ano depois do lançamento do outdoor do Pinócrates em que a JSD denunciou a mentira de José Sócrates sobre a acção do Governo quanto ao desemprego, agora a crítica é feita ao desastre governativo no controlo do défice público.

A JSD quer denunciar mais esta mentira de José Sócrates, que não se poupa a anúncios e palavras vãs para tentar disfarçar e distrair os Portugueses do muito mau desempenho dos seus Governos.

Depois de ter tentado convencer os Portugueses de um suposto bom desempenho do Governo nas contas públicas, ficou claro o falhanço quando no ano de 2009 foi atingiido o défice record de 9,6%.

Mais preocupante ainda é que o Governo nem sequer realizou redução na despesa corrente. Este défice record teria sido ainda maior não fossem o corte realizado nas despesas de investimento e a realização de receitas extraordinárias.

Esta mentira sobre o défice é muito preocupante não apenas pela grande desconfiança que gera nos Portugueses e nos mercados financeiros relativa ao Governo português, mas também pela atitude e incapacidade que demonstram e sobretudo pelos graves prejuízos que causa aos portuguesescom o descontrolo das contas públicas.

Este outdoor é o primeiro de uma série de vários que a JSD lançará nos próximos meses sobre o que a governação tem sido e deverá ser em Portugal.

Os outdoors serão colocados em várias cidades portuguesas.

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Rateio para Conselho Distrital Eleitoral de Bragança

Publica-se o rateio para o Conselho Distrital Eleitoral de Bragança a realizar no dia 20 de Março de 2010, às 15h00, no Auditório da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, sito na Rua São Pedro, n.o 1, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Discussão e Aprovação da Estratégia Política;
2. Eleição a Comissão Política Distrital de Bragança da JSD;
3. Eleição da Mesa do Conselho Distrital de Bragança da JSD.

As eleições dos delegados residenciais realizar-se-ão em cada secção no dia 6 de Março de 2010 entre as 15h30 e as 18h00.

 

Rateio do Conselho Distrital de Bragança - Fevereiro 2010
Secção Militantes <18 anos Militantes > 18 Delegado Secção Delegado Hondt Total de Delegados
Bragança 0 213 1 22 23
Mogadouro 0 62 1 6 7
Mirandela 7 51 1 6 7
Torre de Moncorvo 0 35 1 3 4
Vinhais 1 32 1 3 4
Alfandega da Fé 0 30 1 3 4
Macedo de Cavaleiros 2 27 1 3 4
VIla Flor 5 24 1 3 4
Carrazeda de Ansiães 0 28 1 2 3
Vimioso* 0 15 0 0 0
Freixo de Espada à Cinta* 0 11 0 0 0
Miranda do Douro* 7 10 0 0 0
Total 22 538 9 51 60

As Secções Indicadas com * não recebem quaisquer militantes porque à data da publicação da convocatória para o acto eleitoral tinham menos de 20 militantes e como tal estatutariamente não se consideram estar em funcionamento.

O distrito de Bragança tem menos de 600 militantes pelo que o respectivo Conselho Distrital tem um número fixo de 60 delegados residenciais.

Aos 60 delegados residenciais atribuídos acima acrescem, com direito de voto, os Presidentes das Comissões Políticas de Secção em funções.

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=52
CREL: JSD Amadora afirma que a Câmara Municipal da Amadora poderia ter feito mais

No passado dia 11 de Fevereiro, o executivo socialista da Câmara Municipal da Amadora (CMA) reiterou que a autarquia não tem qualquer responsabilidade no deslizamento de terras na CREL no passado dia 22 de Janeiro. A JSD Amadora não pode concordar com esta atitude irresponsável da CMA que pretende “sacudir a água do seu capote”, mesmo quando está em risco a segurança de milhares de pessoas.


A resposta da CMA vinculada na Assembleia Municipal mostra que o executivo municipal adoptou uma atitude demasiado reactiva sobre os aterros ilegais e a posterior consolidação das terras do terreno que se situa junto à CREL, situação essa que provocou o referido deslizamento de terras.


Estando o terreno dentro da área geográfica do Município da Amadora, a JSD Amadora pensa que o executivo socialista da CMA deveria ter sido mais pró-activo, durante os últimos 12 anos, na resolução dos aterros ilegais e consolidação das terras do mesmo. Para mais, o mesmo terreno já tinha sofrido um pequeno deslizamento de terras, há uns anos atrás, dando o alerta sobre a fraca estabilidade do solo e a necessidade de uma rápida intervenção.


A JSD Amadora acha fundamental que a CMA adopte uma postura completamente indiferente sobre estes e futuros acontecimentos. É necessário adquirir uma resposta preventiva que se antecipe a tais casos para que não se voltem a repetir o que aconteceu no dia 22 de Janeiro. Esta situação já causou demasiados constrangimentos aos utentes da CREL, mas em especial aos habitantes do Município da Amadora que viram a sua rotina alterada com o entupimento das ruas ao longo do Município, causando um enorme transtorno e perda de qualidade de vida que já não abunda neste Município.
 

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=51
Declaração de voto do líder da JSD Açores em relação à criação da disciplina de História dos Açores

Declaração de voto do líder da JSD/Açores em relação à criação da disciplina de História dos Açores apresentada pelo Partido Popular Monárquico na Assembleia Legislativa Regional dos Açores .

 
Abstive-me na votação do Projecto de resolução Nº. 35/2009, apresentado pelo Partido Popular Monárquico que visa a criação da disciplina de História dos Açores, pelas razões seguintes:

1.       Há uma falta de interesse verificada, em muitos jovens, relativamente à vida política-social da nossa Região Autónoma.

Uma das melhores formas para colmatar essa falta de interesse, será incutir nos mais novos um espírito crítico.

Sentimos que os jovens açorianos sentem a necessidade em conhecer melhor a nossa realidade, a nossa história, a nossa geologia e geografia.

Enquanto presidente da Juventude Social Democrata dos Açores e tendo em conta que foram aprovados, no ultimo Congresso Regional da JSD\A , directrizes no sentido de incutir e melhorar a aprendizagem da História dos Açores nas nossas escolas, sinto que devo zelar para que este desígnio venha a ser uma realidade no dia-a-dia dos estudantes açorianos.

2.       O Decreto Legislativo Regional nº. 15/2001/a, de 4 de Agosto introduziu o conceito de currículo regional nos ensinos básicos e secundários.

Porém, passados quase dez anos, o currículo regional ainda ainda não foi colocado em prática nos Açores.

Passados tanto tempo – demasiado tempo – exige passar das intenções aos actos e permitir que o sistema de ensino regional assuma, também, a valorização de uma marca identitária, que constitui para a nossa aproximação como povo.

3.       Tal como é tomada, a intenção de criação de disciplina de História dos Açores no ensino básico e secundário, a mesma não é viável, sem uma séria aplicação do currículo regional.

A nossa abstenção em relação ao Projecto de Resolução do PPM, expressa reservas quanto ao mesmo, mas nunca em relação à criação de uma disciplina que ensine aos nossos jovens a nossa história, a nossa geografia, a nossa economia, entre outros. Enfim, aquilo que fomos e aquilo que hoje somos e que constitui identidade do povo açoriano.


Horta, Sala das Sessões, 11 de Fevereiro de 2010; O Deputado Cláudio Almeida

 

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Deputados da JSD apresentam requerimentos sobre medidas de apoio ao Empreendedorismo Jovem

Os Deputados da JSD apresentaram na Assembleia da República, no dia 11 de Fevereiro, dois requerimentos aos Presidentes do IAPMEI, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional.  com o objectivo de conhecer os resultados das políticas públicas de apoio ao empreendedorismo jovem.

A JSD considera que as políticas praticadas pelo Governo Socialista são insuficientes e encontram-se envoltas numa barreira burocrática que dissuade e afugenta os jovens empreendedores dos ditos “apoios” estatais.

A JSD considera que agora, mais do que nunca, em plena crise económica, com o desemprego a ultrapassar os 10,4% e sem sinais de retrocesso, é dever deste Governo garantir um apoio eficaz e rápido ao jovens empreendedores que desejem iniciar a sua actividade.

Para a JSD é imperativo conhecer com transparência os moldes em que irão funcionar os programas FINICIA e quais os resultados produzidos por estes no passado.

 

Transcreve-se aqui o conteúdo do requerimento ao IEFP:

"Em Portugal, a taxa de desemprego nos últimos tempos tem continuado a crescer, muito por culpa do encerramento de várias micro, pequenas e médias empresas, não fossem estas representativas de mais de 90% do tecido empresarial do nosso país.
 
Este panorama tem teimado em repercutir-se de modo mais intensivo e progressivo sobre a classe etária mais jovem, abrangendo tanto jovens com formação genérica, bem como jovens com formação técnica profissionalizante, sendo que também se assiste à persistência e agravamento do fenómeno de desemprego entre os jovens com formação Superior, colocando Portugal na cauda da Europa relativamente a este assunto, o que não deixa de assumir-se como paradoxal e aberrante, considerando o baixo nível de iliteracia do país.
 
Os deputados subscritores consideram que é necessário desenvolver estratégias tendentes à correcção deste “status quo”, em que por um lado exista a capacidade e conhecimento técnico da força de trabalho ao dispor dos empresários, sendo assim fundamental uma séria e forte aposta no ensino técnico profissionalizante, bem como medidas que ofereçam segurança aos jovens e aos estudantes universitários, visto que o fantasma do desemprego nunca os deixará de acompanhar durante todo o seu percurso académico.
 
Torna-se ainda mais crucial revestir o Estado de ferramentas eficientes que consigam promover a empregabilidade de todos os cidadãos, adequadas à escolaridade e à prévia experiência profissional, caso exista, dos candidatos.
 
Por outro lado, é fulcral exigir destas ferramentas a maior transparência, para que os programas de combate ao desemprego sejam vistos como justos e eficazes, e como um apoio àqueles que por vicissitudes da vida e da conjuntura económica perderam os seus empregos ou não conseguiram sequer um trabalho.
 
O Governo deverá primar sempre por garantir que os programas de combate ao desemprego não sejam um sustento de indigentes acomodados a explorar a máquina do Estado, mas sim um amparo e uma nova oportunidade para os cidadãos que deles necessitem.
 
 
Perguntam os Deputados abaixo-assinados, através de V. Exa., ao Presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Dr. Francisco Madelino, que lhes sejam enviados os dados disponíveis que atestem os resultados práticos obtidos com as seguintes medidas promovidas pelo IEFP, incluindo verbas atribuidas em apoios, número de cidadãos abrangidos pelos programas, dotação orçamental para cada programa em 2010, e outros dados que considere pertinentes para demonstrar a eficiência das actividades do seu Instituto, relativos aos seguintes programas :
 
1.       Apoio ao Emprego em Micro e Pequenas Empresas;
 
2.       Apoio à Contratação de Jovens;
 
3.       Apoio à Redução da Precariedade no Emprego dos Jovens;
 
4.       Programa Qualificação-Emprego;
 
5.       INOVJOVEM;
 
6.       Iniciativa Emprego 2009.
 

Questiona-se também sobre se os programas referidos anteriormente, que tenham sido encerrados ou suspensos,voltarão a ser reabertos e, se em caso positivo, em que condições o serão."

 

E transcreve-se em seguida o requerimento ao Presidente do IAPMEI:

"Em Portugal, a taxa de desemprego nos últimos tempos tem continuado a crescer, muito por culpa do encerramento de várias micro, pequenas e médias empresas, não fossem estas representativas de mais de 90% do tecido empresarial do nosso país.

Este panorama tem teimado em repercutir-se de modo mais intensivo e progressivo sobre a classe etária mais jovem, abrangendo tanto jovens com formação genérica, bem como jovens com formação técnica profissionalizante, sendo que também se assiste à persistência e agravamento do fenómeno de desemprego entre os jovens com formação Superior, colocando Portugal na cauda da Europa relativamente a este assunto, o que não deixa de assumir-se como paradoxal e aberrante, considerando o baixo nível de iliteracia do país.
 
O PSD considera que é necessário desenvolver estratégias tendentes à correcção deste “status quo”, em que por um lado exista a capacidade e conhecimento técnico da força de trabalho ao dispor dos empresários, sendo assim fundamental uma séria e forte aposta no ensino técnico profissionalizante, bem como medidas que ofereçam segurança aos jovens e aos estudantes universitários, visto que o fantasma do desemprego nunca os deixará de acompanhar durante todo o seu percurso académico.
 
É imperativo demonstrar aos jovens portugueses que o trabalho por conta de outrem não é a única saída para o seu futuro profissional. O empreendedorismo surge então como uma alternativa para o percurso profissional de um jovem.
 
Contudo, este Governo, continua a apresentar medidas que levantam mais entraves burocráticos aos jovens empreendedores do que as portas que afirmam abrir. O acesso a micro-crédito, a linhas de apoio financeiro ou a capital de risco é visto com suspeita pelos potenciais empreendedores, como sendo ferramentas pouco claras e herméticas, cujos processos de acesso parecem servir apenas para alimentar todo um mercado de empresas que fazem da sua única actividade a “tradução” dos complexos sistemas de apoio para o comum dos cidadãos, acrescentando custos a uma população que se debate com o início da sua actividade.
 
Considerando que o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) foi apontando como um dos actores principais para a interacção do Estado com os cidadão em matérias de apoio ao empreendedorismo, e levantando-se questões sobre os verdadeiros resultados que as políticas deste Governo possam realmente produzir, pergunta o Deputado abaixo-assinado, através de V. Exa., ao Presidente do IAPMEI,, Dr. Luís Filipe dos Santos Costa:
 
1.       Relativamente ao Programa FINICIA Jovem, qual o número de novas empresas criadas desde o início do programa;
 
2.       Relativamente ao Programa FINICIA Jovem, quais os resultados das novas empresas criadas desde o início do programa;

Relativamente ao Programa FINICIA Jovem, quais são os objectivos para 2010 de apoio à criação de novas empresas bem como a dotação orçamental prevista."

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Ciclo de Conferência: "Pensar o PSD, pensar Portugal"

A Comissão Política Distrital da JSD de Braga vai organizar no próximo dia 12 de Fevereiro, pelas 22h00, na Biblioteca Municipal de Esposende a promeira edição de um Ciclo de Conferência: "Pensar o PSD, pensar Portugal".

O orador convidado para esta primeira sessão será o Professor Vasco Rato.

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Conferência “Ser Social-Democrata”

Na passada sexta-feira, 5 de Fevereiro, Luís Marques Mendes participou, em Guimarães, na conferência da JSD sobre o que é “Ser Social-Democrata”. Falando para uma audiência heterogénea de mais de 150 pessoas, o antigo presidente do PSD defendeu o seu programa para reformar o país e melhorar a sua competitividade.

Sobre o difícil momento actual, considerou que “Portugal já estava em crise antes da crise internacional e continuará em crise quando esta passar.” Para alterar o estado do país, propõe um programa de reformas em cinco áreas que considerou essenciais: competitividade fiscal, redução do peso do Estado na economia, educação, saúde e apoio às empresas exportadoras. Todo este programa assenta sobre os princípios humanistas que estiveram na génese do PSD: a liberdade individual (de iniciativa, escolha e expressão), a igualdade de oportunidade e a solidariedade.

Referindo-se a diversas empresas e serviços do Estado, como a RTP1 e a Antena3, afirmou crer que “não se privatizam nem concessionam serviços por falta de coragem e preconceito ideológico.” “Coragem é mesmo o que falta para pôr em práticas medidas fundamentais para a competitividade do nosso país, que são do conhecimento de todos.”

Escutas “revelam uma vergonha que ultrapassa todos os limites”
Em declarações aos jornalistas, Marques Mendes considerou as escutas reveladas pelo jornal Sol no dia 5 de Fevereiro relacionadas com o processo Face Oculta como “uma vergonha que ultrapassa todos os limites”, considerando que as mesmas têm “consequências para a credibilidade do Governo e do primeiro-ministro,  que fica pelas ruas da amargura”. Quando se dirigiu aos militantes, começou por considerar que “se alguém quer saber o que é ser um bom social-democrata deve fazer o contrário de tudo o que foi revelado na imprensa” nesse dia, referindo-se à divulgação das escutas.

Nas intervenções do público foram numerosos os elogios ao antigo líder do PSD, tendo Marques Mendes recebido palavras de incentivo ao regresso à vida política activa de destacados militantes vimaranenses do partido.

Alexandre Barros da Cunha, presidente da JSD Guimarães, considerou bem sucedida a iniciativa. Afirmou pretender “com conferências como este promover o debate interno de soluções para o país e daquilo que nos une enquanto partido político”. “Estas iniciativas são um grande incentivo à actividade cívica e política dos jovens pelo contacto que lhes permite com destacadas personalidades e pensadores da política nacional”.

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=46
Deputados da JSD questionam Ministro do Ensino Superior sobre Acção Social

Os Deputados jovens que integram o Grupo Parlamentar do PSD na  Assembleia da República, entregaram hoje um Requerimento na Mesa da  AR questionando o Ministro do Ensino Superior sobre um conjunto de  dados relativos à Acção Social no Ensino Superior. Os Deputados  pretendem recolher informação que possibilite conhecer a realidade  nacional do apoio aos estudantes carenciados.

A Acção Social Escolar apresenta-se hoje como uma das matérias que  mais preocupa o movimento associativo estudantil nacional e os  Estudantes do Ensino Superior, sendo que os Deputados do PSD não são  indiferentes a esta preocupação, empenhando-se em colaborar na  procura de um caminho que permita que os estudantes tenham uma Acção  Social mais justa, mais eficaz e que apoie quem mais precisa. O 
objectivo principal é conhecer em detalhe a realidade e preparar uma  proposta concreta na AR para rever o actual sistema de Acção Social.

Os jovens Deputados do PSD, consideram muito importante a realização  de uma reflexão aprofundada sobre a Acção Social no nosso país, que  permita aferir com rigor e exactidão os trâmites em que as bolsas de 
apoio são distribuídas e os seus montantes, a amostra da população  abrangida e os resultados práticos desse apoio no aproveitamento  escolar dos bolseiros.

Já em 2009 (04.03.2009) a JSD alertou o Governo para a precariedade  em que muitos jovens estudantes estavam a viver face à degradação da  situação económica do país, e através da iniciativa "Jovens com a 
corda na garganta", a JSD apresentou na AR cinco propostas para  ajudar a inverter esta situação. Ver http://www.jsd.pt/corda/ 

Infelizmente, a crise que se instalou em Portugal desprotegeu uma  grande parte da população que - não se encontrando no limiar da  pobreza - oscilam perigosamente na sua orla. É nestas famílias que  as despesas com os estudos superiores são as primeiras a ser  sacrificadas - especialmente se se tratar de estudantes deslocados,  a quem acrescem as despesas de habitação e alimentação extra.

A JSD espera uma resposta colaborante e interessada por parte do  Ministro Mariano Gago, considerando que quando se trata da vida dos  jovens, sobretudo daqueles cujo apoio do Estado se revela  fundamental no acesso a uma oportunidade conducente a uma vida  melhor, deve ser prestada uma particular atenção, para que "nenhum  estudante abandone a sua formação superior por razões económicas".

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=45
JSD Faro organiza Formação Autárquica

No próximo dia 27 de Fevereiro, pelas 15:00h, no Auditório do IPJ, a JSD Faro vai organizar uma Formação Autárquica.

Esta acção é dirigida não só aos jovens quadros do partido, como aberta a toda a sociedade civil, uma vez que o objectivo é, justamente, o de contribuir para a melhoria do grau de conhecimento das temáticas autárquicas, a todos quantos exercem ou venham a exercer cargos, nos diversos órgãos do Poder Local.
 
Para tal,  estarão presentes dois Presidentes de Câmara - Eng.ª Macário Correia e Eng.º Luís Gomes - cuja experiência comprovada aportará, indubitavelmente, um contributo maior à iniciativa.
 
Caso estejas interessado em participar, poderás inscrever-te através do e-mail: jsd.faro@gmail.com
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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=44
JSD participa no Seminário “As Novas Tecnologias e o Marketing na Política”

No passado dia 14 Janeiro, o CIEDA e a Escola Profissional de Aveiro, através do Departamento de Ciências & Tecnologias, dinamizaram o Seminário “As Novas Tecnologias e o Marketing na Política”, contando com a participação das juventudes partidárias, com assento parlamentar, nomeadamente pela JS, JSD, JP, JCP e BE e do Vereador do Desporto, Juventude, Economia e Finanças da Câmara Municipal de Vagos e do Director da Licenciatura em Gestão de Marketing do IPAM Aveiro, Dr. Joaquim Marques.

Este foi o painel de oradores que animou, e esclareceu, a assistência sobre esta temática a qual é um factor determinante na comunicação politica. Se por um lado, as novas tecnologias são um suporte cada vez mais recorrente por parte dos partidos na transmissão da mensagem, por outro, o marketing é essencial para potenciar estrategicamente, os objectivos a que se propõe cada partido, e respectiva liderança, alcançar.
A visão política partilhada recaiu, sobretudo, sobre as vantagens da utilização das novas tecnologias na política e na facilidade de chegar mais rápido aos jovens e ao cidadão. As redes sociais (Hi5, Facebook, Twitter, etc.) são actualmente um dos meios de informação e de comunicação utilizados por todos os partidos, com vista à difusão e partilha de opiniões. Salienta-se o apelo efectuado por todos relativamente à participação cívica e ao direito de escolha dos jovens pelas políticas e rumo da vida política portuguesa recorrendo a uma comunicação interactiva.
A análise exposta pelo Dr. Joaquim Marques sobre a temática veio relançar e esclarecer o público presente sobre alguns pontos fundamentais da forma com que os políticos utilizam a ferramenta de Marketing. Antes de tudo, clarificou e explicou os conceitos assentes no Marketing e direccionou a sua comunicação na distinção do Marketing Político e Marketing Eleitoral.  Numa comunicação muito clara e precisa, o publicou assistiu a uma lição sobre Marketing Político, especialmente, a juventude partidária pôde ouvir, e reflectir, sobre o que falta aos partidos políticos fazerem em termos de Marketing Político.
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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=43
JSD elege dois representantes para novos órgãos sociais do Conselho Nacional de Juventude

A JSD elegeu dois membros para os novos órgãos sociais do Conselho Nacional de Juventude no decorrer da 56ª Assembleia Geral, que se realizou nos dias 6 e 7 de Fevereiro, no Palácio Valenças, em Sintra.

A prestação da JSD foi marcada pela eleição de Miguel Araújo para membro da direcção e André Pardal para presidente da Mesa de Assembleia.


A JSD assegura assim, por quatro mandatos consecutivos, um representante na direcção, reforçando ainda, nesta Assembleia, a sua representação com a eleição do presidente da Mesa.

Esteve ainda presente na Assembleia Geral o Vice-presidente da JSD, Joaquim Biancard Cruz, num claro sinal de importância que a JSD avoca na sua participação dentro desta plataforma de representação das organizações juvenis nacionais.


José Filipe Sousa, membro da Associação dos Escoteiros de Portugal, foi eleito presidente do CNJ.


A Assembleia Geral marcou ainda o início das comemorações do 25.º aniversário do CNJ,  com a realização de um jantar comemorativo onde estiveram presentes algumas pessoas que passaram pelos órgãos sociais do CNJ.
 

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=42
A Juventude Social Democrata convida todos os militantes a participarem na

Os valores da nossa geração são globais, devemos, por isso, assumir a enorme responsabilidade de agir em defesa do nosso Ambiente qualquer que seja o país ou região do nosso planeta.  O Ambiente é hoje um valor global da nossa sociedade e um pilar fundamental do nosso futuro. A Globalização não é, por isso, assunto reservado apenas á economia, é, fundamentalmente, um problema e uma urgência Ambiental global.

A intervenção e participação na defesa da Natureza não só é importante como é, também, um dever da nossa geração. Devemos, assim, dar o exemplo, assumir a responsabilidade, e Limpar Portugal.

Informa-te e inscreve-te no site:  www.limparportugal.org

Colabora com esta iniciativa!
 

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=41
JSD Guimarães realiza conferência “Ser Social-Democrata” com Luís Marques

A Comissão Política da JSD Guimarães promove na próxima sexta-feira, dia 5 de Fevereiro, uma conferência com o Dr. Luís Marques Mendes sobre o que é “Ser Social-Democrata”.

A sessão, que decorrerá no Salão Nobre da Sociedade Martins Sarmento pelas 21:30, tem como objectivo promover a reflexão e discussão entre os militantes e simpatizantes do PSD, em particular os mais jovens, sobre o que os motiva e une na actividade política.

A conferência terá como orador o Dr. Luís Marques Mendes, jurista de formação, tem um extenso currículo de serviço público, tendo sido durante vários anos deputado à Assembleia da República. Exerceu também diversos cargos governativos de 1985 a 2004, enquanto Secretário de Estado e Ministro dos Assuntos Parlamentares e do Conselho de Ministros.

Em 2005 foi eleito presidente do PSD, cargo que exerceu até 2007. Desde então afastado de cargos políticos ou partidários directivos, tem sido uma voz activa na defesa das suas ideias e propostas para o país.

A sessão é aberta ao público e de entrada gratuita.

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http://www.jsd.pt/novoportugal/proposta.php?action=ver&=&id=40
100 dias Sem Governo - Sócrates anda a festejar com a tristeza dos portugueses

No dia em que o Primeiro-Ministro José Sócrates aparece a festejar os 100 dias deste Governo, a Comissão Política Nacional da JSD, aproveita a oportunidade para lançar a campanha: (C)Sem dias de Governo Cem Reclamações.

A JSD quer demonstrar que estes primeiros 100 dias em funções do Governo Sócrates II foram exactamente "100 dias Sem Governo", em que os problemas da juventude foram mais uma vez esquecidos, em que se promove propaganda por propaganda e que José Sócrates demonstra mais uma vez a sua insensibilidade para com as futuras gerações através de uma governação completamente irresponsável.

Nestas 100 reclamações a JSD destaca os investimentos públicos não reprodutivos cuja factura será paga pela gerações futuras, a falta de estratégia para o combate ao desemprego jovem, a irresponsabilidade ambiental, a degradação da educação e a falta de um projecto de futuro para os jovens portugueses.

Ao apresentar as "celebrações" destes primeiros 100 dias, o Primeiro-Ministro está claramente a festejar com a tristeza dos portugueses. Num ano em que o desemprego cresceu exponencialmente, que a pobreza atingiu valores nunca vistos, que se descobriu a verdade sobre as contas públicas, a JSD considera que festejar só pode ser uma piada de muito mau gosto.

Apesar de tanta propaganda e de tantos anúncios, a realidade desmente o Governo, nada está melhor e o desespero das pessoas aumenta todos os dias. O país nunca esteve tão mal, nem a confiança foi tão baixa. As pessoas já não acreditam em nada do que o Governo diz e perderam a esperança no futuro.

 

Neste dia, apresentamos o nosso documento com as 100 Reclamações da Juventude Portuguesa:

1. Educação - menor qualidade no Ensino - decréscimo na exigência;
2. Ensino Superior - rede desadequada;
3. Falta de financiamento adequado o que conduz ao estrangulamento financeiro de Universidades e Politécnicos;
4. Menor autonomia das Instituições;
5. Menor participação dos Estudantes na gestão das Instituições;
6. Implementação desadequada/desajustada do processo de Bolonha;
7. Acção Social Escolar insuficiente perante o fenómeno de crise económica;
8. Abandono escolar significativo;
9. Com vista a reduzirmos os elevados índices de insucesso escolar, recorremos à cosmética de exames demasiado fáceis e com a consequente inflação das notas de acesso ao ensino superior, numa clara falsa noção de conhecimento que damos aos nossos alunos.
10. Carência de uma disciplina/módulo de formação e incentivo à Participação dos Jovens na Politica;
11. Na Educação houve uma transferência de obrigações mas não das necessárias competências para as Câmaras Municipais;
12. Aguardamos aplicação prática do novo quadro de cooperação europeia no domínio da juventude (2010-2018);
13. Fomento do Recrutamento de Estudantes para postos de trabalho «part time» nas Universidades;
14. Carência de infra-estruturas desportivas na rede escolar e Universitária do País:
15. Não há fomento à prática de Desporto Escolar para a alta competição;
16. Os alunos bolseiros focalizados na investigação continuam a ser descriminados, a investigação deve ser um desígnio nacional;
17. Falta de fomento ao Empreendedorismo Social Juvenil (Voluntariado de combate à crise);
18. Aumento do desemprego entre jovens, e em particular o dos jovens licenciados (mais de 20%);
19. Ausência de estratégia séria e coerente de empregabilidade do nosso governo;
20. Nova vaga de Emigração, fuga de jovens para o estrangeiro o que já não acontecia desde os anos 70;
21. Saúde - encerramento de unidades de saúde de proximidade provoca um
êxodo de jovens para Lisboa e Porto;
22. Lutar contra a obesidade desde a infância - os hábitos alimentares criados durante a infância persistem frequentemente na idade adulta;
23. Carência de políticas que visem a criação de uma rotina de diagnóstico na população,  que  além  de  constituir  uma  acção  preventiva  à transmissão do VIH,  permitam  também  tratar mais  cedo,  levando  assim  a  uma maior qualidade e esperança de vida nas pessoas VIH positivas.
24. Centralismo do Governo, maior desde o antes do 25 de Abril;
25. Habitação - Porta 65 tornou o acesso ao Arrendamento Jovem mais difícil;
26. Os milhares de quilómetros de auto-estrada prometidos (investimentos desajustados) que vão ser pagos pelas gerações futuras;
27. O Ministro Vieira da Silva exclamou que este Governo merecia um prémio Nobel por combater o deficit sem aumentar impostos. E que prémio merecia o governo anterior por colocar Portugal neste estado?
28. Este governo não sabe o que significa o Desenvolvimento Regional, nomeadamente com uma especial focalização para o interior do país;
29. Nenhum outro governo conseguiu criar uma tão grande desmotivação nos jovens Portugueses;
30. José Sócrates ganhou as eleições ao defender os investimentos públicos, independentemente do deficit público. Qual será a desculpa que dará quando, obrigado pelas agências de rating internacionais, começar a adiar esses investimentos?;
31. Este governo continua a fazer da publicidade e da demagogia as únicas formas de governação;
32. Ao anunciar um défice de 9.3% em 2009 o governo revela ou uma grande irresponsabilidade por estar a exagerar os dados ou uma grande incompetência por ter deixado o país neste estado;
33. O maior aliado do governo continua a chamar-se "Crise"! Serve de desculpa para toda e qualquer argumentação;
34. Índice de envelhecimento no Interior de Portugal está na correspondência de 100 jovens para 400 idosos!;
35. Politica de segurança social condenada a médio prazo, a uma falência e rotura do sistema; 
36. Uma agenda social eficaz terá de privilegiar o crescimento e o emprego, tal como fizeram os países que apresentam os melhores resultados;
37. O aumento da adaptabilidade dos trabalhadores é aspecto decisivo. O desenvolvimento dos recursos humanos não é só essencial para construir uma sociedade baseada no conhecimento, mas também um elemento chave para a integração e melhoria da qualidade de vida;
38. Dever-se-á desincentivar as políticas que subvencionam de uma forma explícita ou implícita a inactividade. No que respeita às despesas públicas, as escolhas deverão sistematicamente promover o emprego como instrumento de coesão social.
39. No que se refere às pensões, tanto os governos como os cidadãos devem repensar as suas atitudes relativamente à reforma. Já vimos que a esperança de vida na União Europeia aumentou sensivelmente, enquanto que a idade efectiva de reforma baixou.
40. Há que investir mais em capital humano e formação profissional permanente. A velocidade da evolução tecnológica torna a actualização das competências de todos os cidadãos essencial para a sua inclusão na sociedade do conhecimento.
41. Ausência de uma politica global e integrada de fomento à Natalidade;
42. Ausência de politicas de apoio sério e responsável aos agregados familiares;
43. Falta de rigor nos gastos Públicos – favorecimento dos grandes grupos económicos em detrimento de investimentos de proximidade;
44. No novo concurso público de aquisição de computadores Magalhães pelo Governo, prevê o fornecimento de 250 mil portáteis para alunos e professores do Continente excluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
45. Indiferença por níveis históricos do fenómeno da pobreza jovem;
46. Ausência de uma politica que acelere a emancipação dos jovens portugueses;
47. A justiça que está ‘DOENTE’ no nosso País;
48. Deveremos combater a ideia quase unânime da população de que não vale a pena recorrer aos Tribunais, na defesa dos seus direitos, pela generalizada frustração sentida por quase todos os que já tiveram essa experiência;
49. Continua a extraordinária morosidade, absolutamente intolerável de todos os processos de jurisdição;
50. Perdura a suspeita de politização das magistraturas; a violação constante do segredo de justiça;
51. Desprezo absoluto pelos jovens agricultores portugueses;
52. Ausência de política de prevenção para combater fenómenos de ‘guetização’ assistidos pela primeira vez em Portugal no passado recente;
53. Não estamos a apostar estrategicamente nas empresas exportadoras;
54. Demoras significativas do pagamento do Estado às empresas;
55. A CP não oferece um pacote de serviços para escoamento e exportação de produtos das PMEs;
56.  Falta de apoio às PMEs, motor da nossa economia;
57. Carência de uma política agregada de angariação de investimento estrangeiro para Portugal;
58. Desperdício incompreensível dos fundos estruturais vindos na União Europeia – QREN;
59. Escassez de uma política marítima que potencie o nosso património marítimo;
60. Indiferença do Governo perante fenómenos de aumento de violência e insegurança;
61. Administração pública despesista e desajustada da realidade o País;
62. Transferência de competências não acompanhadas de recursos financeiros, para as autarquias locais;
63. Não promoção (propositada) do debate sobre a Descentralização do Estado;
64. Orçamento mínimo para a cultura – falta de políticas (designadamente fiscais) de incentivo à promoção cultural;
65. Continuamos com os níveis de leitura dos mais baixos dos países ocidentais;
66. Portugueses, e em particular os jovens, são dos que menos lêem jornais e consomem informação;
67. Os apoios do Estado à actividade cultural são discricionários; tem que ser democratizada a produção cultural, respeitando e incentivando a diversidade;
68. Os cidadãos e empresas portuguesas apoiam pouco a produção cultural em Portugal, há que incentivar o apoio dos privados à produção cultural (ex. mecenato);
69. Em termos do Turismo abandono da marca ‘Allgarve’ após a saída do Ministro Pinho, sem uma politica de apoio à projecção das principais regiões turísticas do País;
70. Insuficiência na promoção da marca Portugal – seja nos diferentes nichos de turismo – seja no seu todo; a reestruturação das entidades de turismo revela-se totalmente ineficaz.
71. Continuam a existir demasiados portugueses sem acesso a saneamento, e ainda mais a saneamento com tratamento! É um problema ambiental mas também de saúde pública;
72. O sistema de tarifas da água é pesa sobretudo sobre as populações do interior; é preciso um sistema que também aqui aposte na coesão nacional e solidariedade entre regiões;
73. Portugal tem um nível alarmante de desperdício de água - estima-se ser entre 40% e 60%; as médias dos países desenvolvidos e responsáveis são de cerca 15% a 20%;
74. O sistema de tratamento de resíduos anda à solta e sem fiscalização; não sabemos se cada tipo de resíduos tem a gestão e tratamento devido - aliás a informação e queixas públicas é exactamente que isso não sucede;
75. Os portugueses continuam a ter que suportar e viver ao lado de perigosos passivos ambientais que o Estado nada tem feito para recuperar (ex. sucatas, minas, pedreiras, depósitos de materiais,...);
76. Os resíduos devem 1º ser reduzidos, 2º reaproveitados, e 3º reutilizados, e só se nada funcionar poderão ser depositados em aterros; nos vários tipos de resíduos continuamos a aterrar (tantas vezes sem segurança), sem fazer nenhuma daquelas tarefas prioritárias;  temos que melhor ao nível das embalagens, plásticos, pilhas, óleos, resíduos industriais perigosos e banais, etc...
77. Portugal não está a cumprir o seu papel na redução das emissões de gases com efeito estufa e no combate às alterações climáticas; está anunciado que Portugal não vai cumprir Quioto! 
78. Se o Governo tivesse feito bem o seu trabalho Portugal poderia ter cumprido as suas obrigações do Protocolo de Quioto: quase nada foi feito ao nível da eficiência energética (em particular nos edifícios e transportes) e ao nível das energias renováveis pouco mais se fez do que apostar na energia eólica;
79. O Programa Nacional para a Eficiência Energética tem uma taxa de execução muito baixa (cerca de 6%). Para um Governo que se afirma  "verde" é vergonhosa a falta de acção e resultados na promoção da eficiência energética que pode permitir poupança no consumo de energia de cerca de 20%;
80. O Estado dá um mau exemplo na eficiência energética; os edifícios públicos e a frota de transportes das entidades públicas podiam e deviam ser exemplos na redução do desperdício de energia eléctrica, mas o Governo não consegue nem sequer fazer as coisas bem dentro de casa;
81. Portugal não é o país das energias renováveis, apenas das ventoinhas; para além da eólica, estamos a desaproveitar o nosso enorme potencial de produção de energia limpa renovável - nas ondas, solar, biomassa, geotérmico, e biocombustíveis, temos quase todo o trabalho por fazer...
82. A produção de energia por biomassa não arranca e os concursos lançados não deram em nada; o Estado tem de apoiar porque para além dos benefícios energéticos este tipo de energia permite a criação de empregos, ordenamento e melhoramento florestal de Portugal e o aproveitamento de resíduos;
83. Os projectos de energia de ondas não saíram do papel; Portugal tem aqui um potencial extraordinário - com a maior zona económica exclusiva da Europa - que está a desperdiçar;
84. O Governo continua a querer centralizar a produção de energia e por isso vedar a iniciativa dos cidadãos, empresas e autarquias na produção de energia descentralizada que para além de permitir o reforço das energias renováveis, reduz os níveis de congestionamento com o transporte;
85. O litoral português continua abandonado; O Governo promete uma e outra vez planeamento e intervenções de conservação, mas nada é feito; é particularmente urgente a adopção de medidas de adaptação para fazer frente aos efeitos das alterações climáticas que já tantos problemas têm causado em partes do litoral português;
86. Portugal tem a maior plataforma continental da Europa, mas Portugal não tem nem estratégia nem acção que nos permita aproveitar, conservar e potenciar este recurso essencial;
87. A mobilidade nas cidades é demasiado difícil, moroso, poluente e carro-dependente;
88. Os centros históricos das cidades e vilas estão cada vez mais desertas e abandonados; há que promover o seu povoamento, principalmente por jovens, o desenvolvimento de iniciativas de comércio não apenas tradicional, fomentar a actividade cultural e turística, assegurando sempre níveis adequados de segurança e acesso às redes de transporte;
89. Cada município ou cidade tem estado a pensar por si; mas as políticas para as cidades têm de ser integradas ao nível metropolitano;
90. As cidades portuguesas têm demasiados prédios e casas desocupadas e em degradação, ao mesmo tempo que continuam a construir novas habitações em zonas do território disponíveis;
91. O desafio da reabilitação urbana ainda está perdido; a verdadeira e real reabilitação dos tantos imóveis desocupados e em degradação ajudam ao ordenamento das cidades, ao povoamento dos centros históricos, e  a resolver os problemas de mobilidade, de desperdício em construção, e da acessibilidade a habitação condigna para todos;
92. Faltam espaços verdes e zonas públicas abertas de socialização; temos que parar os incentivos (incluindo pelo sistema de financiamento das autarquias) à construção; precisamos de estabilizar e recriar espaços não-construídos que "esverdeiem" as cidades e criem espaços de convívio e vida social no exterior;
93. Portugal é um país de demasiada utilização de automóveis; os níveis de utilização de transportes públicos colectivos continua muito baixo;
94. As empresas públicas de transportes contribuem muito para o défice do Estado, mas continua sem a qualidade, eficiência, cobertura e frequência que a torne verdadeira alternativa generalizada ao transporte particular;
95. Nas maiores cidades e áreas metropolitanas os portugueses continuam a passar demasiado tempo "morto" ao volante; há que reduzir o tempo diário nos transportes, e torná-lo tempo útil - ex.: incentivar a leitura e pequenas manifestações artísticas nos transportes públicos colectivos;
96. Os portugueses continuam com poucos incentivos para uma mobilidade mais ecológica; A aposta na mobilidade ecológica tem que passar por um programa de mobilidade eléctrica massivo, mas também pelo uso de transportes públicos, veículos híbridos, incorporação de biocombustíveis, incentivo à partilha de automóveis (car-pooling), sistemas de utilização e partilha de bicicletas (public bike-pooling);
97. Governo está obcecado com o TGV mas esquece de apostar no transporte ferroviário normal! Esse sim serviria todos os portugueses e é bem mais ecológico;
98. Portugal continua sem verdadeiras políticas de transportes integrados para as áreas metropolitanas. Nestas áreas a mobilidade integrada e as soluções de ligações coordenadas são a realidade e os esforços a nível municipal por si não resolvem os problemas;
99. A aposta em "frotas verdes" está por fazer; 
100. Ausência de rigor e transparência sobre a verdadeira situação do Estado Português, não pode ter mudado assim tanto de Setembro 09 (período de campanha de eleições legislativas) para o presente momento;

101. ……

Com esta iniciativa a JSD – Juventude Social Democrata só quer afirmar o seguinte:

«NÃO HÁ MOTIVOS PARA FESTEJAR O DIA DE HOJE, SR ENG JOSÉ SOCRATES!»


CPN - Comissão Politica Nacional Da JSD – Juventude Social Democrata
01 de Fevereiro de 2010

 

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